terça-feira, setembro 25

Wanna drive?


                                                                                          we♥it.com

     Não há nada mais injusto do que o preço da gasolina para quem encontra na condução a sua terapia de relaxamento! Um quarto de hora ou vinte minutos, por estes dias, fariam milagres! Só eu, o vento, a música e a velocidade. Por aí, sem destino. Andar só por andar. Era tuuudddoooo o que eu precisava!

     É tão injusto! Snif, snif...


*, Lauz

domingo, setembro 23

P.


                                                                                         we♥it.com

*I'm sad*
Ele: Se não queres sair não te vou obrigar!
Eu: Não é nada disso, estavas a pensar ir onde?
Ele: O tempo também está todo enrolado, o mais provável é começar a chover...
Eu: Mas agora está sol e ainda à pouco falaste em ires tomar café com o R. 
Ele: Ah vou-lhe mandar mensagem. Se entretanto o tempo melhorar vou-te buscar para irmos a algum lado.
Eu: Ok...

E não vieste, mesmo tendo feito sol durante as 4 horas que durou o teu café.

Ele: Estou a ir agora para casa amor. Está-se a levantar vento e a ficar frio...
Eu: Pois.
...

E algo me diz que isto não vai melhorar.

*, Lauz

sábado, setembro 22

Wellcome Autumn!




     Já esvoaçam folhas secas pelo passeio, a temperatura está mais baixa e ao fim da tarde já me apetecia vestir um casaco. O vento já se faz sentir com mais intensidade, os dias têm escurecido mais cedo e o céu ficado nublado. E olhando pela janela posso até constatar que, neste preciso momento, está a chover e a trovejar. Definitivamente, o Outono chegou. E embora o aprecie bastante, quando olho lá para fora, sinto que o tempo finalmente ficou solidário com o meu estado de espírito infeliz, profundamente infeliz.

*, Lauz
     

quinta-feira, setembro 20

Life


                                                                                                                  we♥it.com

E a minha nota-se que tem tido prazer nisso.

*, Lauz

terça-feira, setembro 18

Sonho por viver.

     Dói quando algo fica por fazer. Quando uma memória ímpar fica incompleta e um sonho por realizar. Quando um percurso único e incomparável da nossa vida fica por viver e não podes rodar os ponteiros do relógio no sentido inverso e alterar o passado. Mas há dores que se curam com o tempo. Outras que se arrumam numa gaveta qualquer e mais tarde, aquando de uma limpeza, acabam no lixo. E depois há aquelas dores, resultado de uma vivência única e insubstituível na nossa vida que acabou perdida. Aquelas que passe o tempo que passar, chores o que chorares, nunca se hão-de dissipar.

     Tenho um buraco no peito, um nó na garganta, o estômago revirado e o coração desfeito desde que me apercebi de que não iria viver O Dia. O dia mais importante da vida académica dos estudantes universitários, o culminar de um dos percursos mais difíceis mas ao mesmo tempo mais deliciosos que a vida tem para nos oferecer. Não terei a pasta, não terei as fitas, não terei os colegas/amigos, não terei os familiares a acenarem-me orgulhosos nem os pais de lágrima no canto do olho, do meu lado, a posarem para as fotografias. Não terei nada, rigorosamente nada. 

     Hoje sei melhor do que nunca que, quando entrei em A., estava a entrar no curso errado. Mas, infelizmente, é tarde de mais. Tinha 18 anos, objectivos, sonhos... e ilusões. A ilusão de que a A., mesmo revelando-se não ser aquilo com que sonhava, me poderia fazer feliz. Pois bem, nunca estive tão errada em toda a minha vida. Quando o corpo, a mente e o gosto fraquejavam, receava que um dia tudo caísse por terra e não fosse o suficientemente forte para regressar ao ponto em que ficara. Os avisos estavam lá, eu é que não conseguia sequer conceber a possibilidade de desistir, limitando-me a dar sempre mais, mais, mais e mais de mim. Mas no dia em que o tudo não foi suficiente, por mais que tenha tentado não consegui dar mais. Não queria dar mais. Acabou-se o gosto, acabou-se o prazer, acabou-se a vontade. Assumi que o curso, que já estava a menos de metade de acabar, me tornara profundamente infeliz.

      Apesar das consequências da mudança, não me arrependo pois este percurso supostamente "difícil mas ao mesmo tempo delicioso", estava já transformado num filme de terror. Apesar da desistência continuo estudante universitária pois, mesmo não tendo concluído o Mestrado Integrado, pude aproveitar a Licenciatura para a inscrição noutro Mestrado. Mas apesar de tudo, o que comecei... não poderei fingir que acabei. E a dor do que fica por viver, que me vem matando por dentro, essa permanecerá intacta e eterna.




                                                                                                        09.2010

*, Lauz

segunda-feira, setembro 10

Just listen


                                   Princess of China . Coldplay ft. Rihanna
                                                                                        youtube.com

segunda-feira, setembro 3

Já viveu hoje?




Hmm.. não. É coisa que não tem acontecido por cá nos últimos dias.

*, Lauz